56º
Fórum de Debates Projeto Brasil
PAC da Saúde: investimentos e soluções
Data:
04 de julho de 2008
Local: Hotel Paulista Plaza
Alameda Santos, 85
São Paulo
O desafio da criação de um complexo industrial na área
da saúde tem sido tema de debates e alvo de ações
e propostas das mais diversas esferas da sociedade. A integração
do governo federal, que pretende direcionar investimentos na casa dos
R$ 90 bi até 2011, com a iniciativa privada e com a comunidade
científica, pode acelerar o desenvolvimento do processo e permitir
uma política industrial completa e definitiva.
Dentre as propostas do PAC estão o aumento do numero de postos
de trabalho e a construção um complexo industrial de saúde.
Nele, deverão ser produzidos desde equipamentos hospitalares
até princípios ativos de medicamentos. No campo dos financiamentos,
o BNDES já conta com o PROFARMA, programa que tem como objetivos
principais elevar a competitividade do complexo industrial da saúde
e contribuir para a redução da vulnerabilidade da Política
Nacional de Saúde, articulando-a às políticas industrial,
tecnológica e de comércio exterior.
Outro ponto primordial para a introdução das alternativas
que levem ao desenvolvimento do setor é a atuação
das empresas, que podem investir em inovação, pesquisa
e tecnologia, garantindo a descoberta de novas fórmulas, implementando
a gestão eficaz e apoiando projetos promissores.
TEMAS
Apresentação
PAC da Saúde: balanço e a expectativa de uma política
industrial
O governo federal destinou R$ 90 bilhões para ações
com início em 2008 e que vão até 2011. Estão
previstas ações que visam a ampliação dos
postos de trabalho nos postos de saúde e hospitais públicos,
o incentivo à pesquisa e inovação e, ainda, a criação
do complexo industrial do setor.Essas medidas integrariam setores e
permitiriam a instituição de uma política industrial
definitiva e eficiente.
PAINEL
1
Equipamentos Médicos
A adequação da produção e distribuição
de equipamentos médicos é um dos gargalos do setor de
saúde. Depende de ações entre a iniciativa privada
e o poder público, além de programas de gerenciamento
para funcionar corretamente. Esse painel vai debater de que forma conciliar
gastos públicos e investimentos privados com programas de inovação
e a uma adequada logística de distribuição.
PAINEL
2
Política de Vacinas
Para implantar efetivamente uma política de vacinas, é
preciso avaliar tanto a atuação brasileira no cenário
internacional, como os aspectos gerenciais dos produtores privados,
o potencial público de produção e, ainda, as políticas
de incentivo tecnológico do setor. São estas frentes que
devem definir os debates e as ações para o desenvolvimento
do setor.
PAINEL
3 - Mesa de Debates
Centros de desenvolvimento de pesquisa pelas multinacionais
A criação do Complexo Industrial da Saúde também
depende de investimentos e suporte aos programas de P&D. O papel
das multinacionais pode ser primordial para estabelecer um diferencial
produtivo no país, além de garantir qualidade no setor
de testes clínicos. Este painel pretende discutir ações
conjuntas entre empresas e o governo federal, que possam levar ao desenvolvimento
e à autonomia brasileira no setor.
PALESTRANTES
José
Gomes Temporão – Ministro da Saúde (*)
Franco Pallamolla - Presidente da ABIMO
Geciane Porto – Professora do departamento de
Administração da Faculdade de Economia, Administração
e Contabilidade de Ribeirão Preto/ USP (*)
Akira Roma – Diretor de Biomanguinhos
Gabriel Tannus – Presidente Executivo da Interfarma
Reinaldo Guimarães - Secretário de Ciência,
Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde?
Jorge Safi – Diretor da Área Terapêutica
da Novartis Brasil (*)
José Tadeu Alves - Diretor Presidente da Merck
Sharp & Dohme
Lista
Sujeita a alteração
(*) Confirmados
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