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Uso responsável de medicamentos isentos de prescrição médica

A Organização Mundial da Saúde (0MS) define o uso responsável de medicamentos como: “A prática dos cidadãos em tratar seus próprios sintomas e males menores com medicamentos aprovados pelas autoridades sanitárias e disponíveis sem a prescrição ou receita médica devido à sua segurança e eficácia, quando consumidos segundo as instruções”. Além disso, a OMS recomenda que os medicamentos para essa prática sejam acompanhados por uma informação adequada ao consumidor.

O cidadão exerce seu direito de atuar de forma responsável sobre sua saúde, com base em diagnóstico médico anterior, educação e informação, aconselhamento do farmacêutico ou outros profissionais de saúde e experiência familiar ou pessoal, anteriores, conforme os princípios listados a seguir:

  1. Cuidar sozinho apenas de pequenos males ou sintomas menores, já diagnosticados ou conhecidos;
  2. Escolher somente medicamentos devidamente aprovados e registrados pela agência sanitária reguladora e, de preferência, com a ajuda de um farmacêutico;
  3. Ler sempre as informações da embalagem ou bula do produto antes de tomá-lo;
  4. Parar de tomar o medicamento se os sintomas persistirem. Nesse caso, o médico deverá ser consultado.

 

O Ministério da Saúde determina quais medicamentos devem ter uma faixa (nas cores: vermelha ou preta ou ainda amarela no caso dos medicamentos genéricos) em sua embalagem, o que significa a necessidade da apresentação de uma receita médica para a venda ao consumidor. Medicamentos sem faixa na embalagem podem ser tomados e adquiridos sem prescrição médica eles destinam-se a situações corriqueiras, em que sintomas leves podem incomodar, e, em geral, praticamente são destituídos de efeitos adversos importantes.

O uso de Medicamentos Isentos de Prescrição (MIP) deve ser sucedido por uma consulta médica nos seguintes casos:

  1. Persistência dos sintomas;
  2. Recaída no quadro de saúde do paciente;
  3. Presença de dores agudas;
  4. Tentativas de uso de um ou mais remédios sem sucesso;
  5. Surgimento de efeitos não desejados;
  6. O paciente está convencido da gravidade dos seus sintomas;
  7. Existência de problemas psicológicos, tais como ansiedade, inquietação, depressão, letargia, agitação ou hiperexcitabilidade.

Além desses casos, deve ser dada atenção especial na administração em casos de gravidez e aleitamento, assim como a bebês e a crianças.